Um jeito bem estranho de beber...
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Ao longo da minha vida eu já vi muitas pessoas esquisitas bebendo coisas
estranhas de maneiras bastante inusitadas.
Agora, isso aqui... Isso aqui eu nunca ...
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
Cersibon... c'est fini?

Conforme eu já avisei aqui várias vezes, tudo que é bom dura pouco. Já deve fazer mais ou menos um mês que o Cersibon recebeu sua última postagem. Como era a tirinha de número 100, e eu acredito muito em numerologia, eu diria que a série acabou mesmo e pronto.
Se eu tivesse dinheiro infinito, lançava um álbum de luxo, impresso em papel couché, com as 100 tirinhas desse blog maravilhoso que por tanto tempo inundou de non-sense e genialidade o nosso dia-a-dia.
Permanece o mistério: quem é o autor das lendárias tiras... e por que??
Update: pra variar, falei merda de novo. Todo mundo menos eu já sabia quem é o Cersibon. Mas a minha pergunta continua valendo: por que??
Pós-Update: a saga continua em http://pornibon.blogspot.com/
Pós-Update: a saga continua em http://pornibon.blogspot.com/
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
O tal do "Gibi"
Por exemplo: vários países têm termos específicos para denominar os quadrinhos: os franceses chamam de "BD", os americanos de "comics", os italianos de "fumetti". Nós, brasileiros, poderíamos dizer "histórias em quadrinhos" ou apenas "quadrinhos", mas "gibi" é mais carinhoso, mais curto, e designa mais a revista em si do que a maneira visual e estética como os quadrinhos são criados. Uma palavra curta e simpática, que engloba um universo de significados e histórias.
Teorices à parte, o que importa mesmo é a origem do termo. Foi em Outubro de 1974 que a Rio Gráfica Editora lançou no mercado brasileiro o Gibi Semanal, compilação de tiras de quadrinhos impressas em formato tablóide, remanescente de antologias ancestrais como O Tico-Tico... e o próprio Gibi, cuja edição original data de 1939! Essa palavra "gibi" também remonta a 1939, pois só mesmo em um ano tão longínqüo alguém usaria essa gíria em seu significado original. Na época, a palavra denominava um garoto de pele escura, um popular "negrinho". Pois assim era o mascote da revista, uma espécie de "Yellow Kid brasileiro", que estava sempre presente nas capas e páginas da revista - tanto na edição original quanto na re-edição dos anos 1970. Mas devido à extrema popularidade da revista, a palavra acabou tendo seu significado totalmente modificado pelo uso, algo muito raro de acontecer em qualquer língua.
Os quadrinhos publicados no Gibi eram em sua maioria tirinhas estadunidenses do King Features Syndicate. Entre os títulos estavam Recruta Zero, Popeye, Peanuts, Brucutu, Frank e Ernest, Hagar, Mãi-ê!, Nick Holmes, Homem-Elástico, Ferdinando, Steve Canyon, Agente Secreto X-9, Dick Tracy, Flash Gordon, e Príncipe Valente. Além de todos esses "sindicalizados", algumas poucas excessões, como The Spirit e Lucky Luke. Muita coisa boa das mais variadas épocas e de vários estilos diferentes também - daí a origem da expressão "não está no Gibi"!
Como tudo que é bom dura pouco, o Gibi morreu em sua quadragésima edição, não sem antes deixar uma marca indelével no imaginário e na cultura popular do Brasil.
"Mundinho Animal" de Arnaldo Branco
Pesquisando no acervo de tirinhas do site, conheci um "tirista" muito bom chamado Arnaldo Branco. Gostei muito tanto dos desenhos quanto das historinhas dele.
O nome da tira é Mundinho Animal.
Update: Aparentemente todo mundo sabe que o Arnaldo Branco é um gênio mundialmente famoso menos eu. Aqui vai o link do blog dele. Parece que ele e o André Dahmer são os atuais tiristas do portal G1. Não sei se isso é bom ou ruim. Não importa muito.
Pós-update: Como se o mundo não fosse bizarro o suficiente, a terceira tirinha que o G1 está publicando é Maakies do Tony Millionaire. A gente morre e não vê de tudo nessa vida.
Pós-update: Como se o mundo não fosse bizarro o suficiente, a terceira tirinha que o G1 está publicando é Maakies do Tony Millionaire. A gente morre e não vê de tudo nessa vida.
terça-feira, 14 de outubro de 2008
20 Perguntas para Alex Toth
Entrevista de John Hitchcock feita com um dos maiores desenhistas, quadrinistas e designers de personagens do século XX, meu herói de infância Alex Toth. É só clicar aqui.
Toth trabalhou como quadrinista por mais de 50 anos nas mais variadas editoras. Também foi consultor e designer da Hanna-Barbera dos anos 1950 até 1982. Criou o visual de todos aqueles desenhos de aventura como Johnny Quest, Space Ghost, etc.
Depois eu falo mais sobre ele, sua obra e suas opiniões sobre desenho e quadrinhos são interessantes demais e merecem um post maior e mais elucidativo.
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
A Fuga de Aria
Dando seqüência às minhas aventuras através do tempo e do espaço, desenterrei outro álbum português de minha infância e que eu não lia desde então: "A Fuga de Aria", do belga Michel Weyland.
O gibi que eu tenho é a edição portuguesa (também da Meribérica/Líber, um ícone da minha infância) da primeira história da série, que já conta com 30 livros, o último deles, "Renaissance", tendo sido lançado em 2008.
Aria é uma guerreira medieval, que quebra tabus e paradigmas com sua condição de feminilidade em um mundo tão machista e truculento como aquele em que ela vive. No livro que eu tenho, ela é contratada por um senhor-de-guerra para treinar seu inepto exército, e, desacreditada por ele, consegue transformar os 10 soldados mais imprestáveis do batalhão em uma tropa de elite altamente capacitada. No final, depois de salvar o dia capturando o inimigo da aldeia e revelando o traidor, Aria deixa o posto para cuidar de um órfão que encontrou pelo caminho - não sei bem o que pensei desse final, mas tudo bem.
Site oficial de Aria.
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
Hans - A Última Ilha
É uma ficção-científica que gira em torno do clássico cenário pós-apocalíptico onde os habitantes de uma cidade isolada em uma redoma entram em conflito com os selvagens habitantes do deserto que a cerca. Um tal de Hans aparece perambulando no deserto, é levado para dentro da cidade, e aí então é que começam seus problemas.
Apesar dos clichês, a história é interessante, e tem bons "twists", com um final surpreendente e meio depressivo. Infelizmente eu nunca li nenhum outro dos 8 livros da série.
O ilustrador do livro, o polonês radicado na Bélgica Grzegorz Rosiński, é mais famoso por sua série Thorgal, que já tem 30 álbuns e é uma das séries de quadrinhos mais populares da Europa. Aqui no Brasil, pra variar, ela nunca fui publicada a VHD Diffusuion publicou apenas um dos livros, "A Galera Negra", disputado a tapa pelos colecionadores portugueses.
Os gibis do Hans foram publicados em português pela editora portuguesa Meribérica/Líber.
terça-feira, 7 de outubro de 2008
Robert Sikoryak
O site dele é bem legal, e tem o e-mail para contato: rsikoryak.com
A História da "Raw"
Leitura obrigatória, especialmente para aqueles pobres diabos como eu que nem sequer sonham em adquirir os raríssimos exemplares originais dessa revista mitológica.
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